Pular para o conteúdo principal

Carta à Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial

Carta à Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República sobre campanha dos 150 anos da Caixa Econômica Federal


A Caixa Econômica Federal reafirma a esta secretaria e aos movimentos sociais por ela defendidos o seu compromisso com a responsabilidade social e o respeito à diversidade. Esta instituição sempre estará alinhada com política de igualdade do nosso Governo Federal, regida pela justiça social e oportunidade para todos.

Em suas peças publicitárias, a CAIXA sempre buscou retratar a diversidade que caracteriza o nosso país, como pode ser demonstrado nas campanhas elaboradas em parceria e com o apoio dos movimentos sociais e da própria Seppir.

 
No entanto, a CAIXA pede desculpas por sua última peça publicitária comemorativa aos 150 anos do banco, que teve como personagem o escritor Machado de Assis. A CAIXA lamenta que a peça não tenha caracterizado o escritor, que era afro-brasileiro, com sua origem racial.

A CAIXA informa que suspendeu a veiculação e tomou providencias para anulação do pagamento da campanha, elaborada por agência publicitária contratada pelo banco.

Como ressaltou esta secretaria em sua nota, o episódio acontece exatamente no momento em que estamos, a Seppir e a CAIXA, construindo um termo de cooperação que envolve, entre outros, aspectos relacionados à representação de pessoas negras nas ações de comunicação.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Mapa mental das características do Antigo Regime.

SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL: AO QUAL LADO ELE PERTENCE ? [Por Hallan de Oliveira]

        O artigo lança luz sobre um momento de intensa mobilização judicial, particularmente no que tange ao julgamento de figuras políticas proeminentes por supostas tramas golpistas , com o Ministro Alexandre de Moraes em um papel central.             Esta situação nos convida a uma reflexão aprofundada, atravessando diversas lentes teóricas da ciência política. Primeiramente, a atuação enérgica do STF, descrita como uma que "rompe tradição de impunidade" e "projeta futuro democrático", remete-nos diretamente ao debate sobre o Estado de Direito e a separação de poderes . As teorias liberais clássicas, como as de John Locke, fundamentam a legitimidade do governo no consentimento dos governados e na proteção dos direitos, sugerindo que o povo soberano pode "cortar cabeças" em caso de conflito insanável com os governantes. No entanto, a forma como o Judiciário tem atuado tem sido objeto de análise crítica dent...

Memória Funcional